quarta-feira, setembro 13, 2006

A primeira relação sexual


Em consequência dessa “estreia” desastrosa, muitos rapazes gostariam de poder voltar atrás e iniciar-se na sexualidade de uma forma menos condicionada.
Gostariam de ser eles a escolher a altura e a pessoa ideal para partilhar esse momento que, afinal, é único, tanto na vida de um rapaz como na de uma rapariga.

Há, de facto, uma altura certa para se ter a primeira relação sexual. Não um momento pré-determinado, mas o momento em que a pessoa se sente preparada, independentemente do sexo.
E esse momento implica a presença da pessoa "certa”, implica que existam laços afectivos entre os dois parceiros, de modo a ser vivido com a naturalidade própria. Implica sobretudo a maturidade de tomar a decisão. E a responsabilidade de saber que essa primeira relação pode ter consequências, quer ao nível de uma gravidez indesejada como de transmissão de doenças.

Para as mulheres, a virgindade é culturalmente associada à integridade do hímen, embora haja casos em que esta membrana não se rompe durante o primeiro acto sexual e haja igualmente casos de mulheres com hímen relaxado ou que já se rompeu devido, por exemplo, a um traumatismo.
Para as mulheres ainda, deixar de ser virgem é sinónimo de dor intensa e de sangramento. Todavia, nem sempre isso acontece. Aliás, quando a relação sexual decorre em condições desejáveis de privacidade e excitação, o relaxamento vaginal faz com que a dor e o sangramento inerentes à ruptura do hímen sejam mínimos ou até inexistentes.

Se “vai doer” é a preocupação dominante quando uma jovem está na iminência de deixar de ser virgem. Já o que preocupa os rapazes é se serão capazes de manter uma erecção.
Isto não significa que para eles a primeira relação sexual seja isenta de dor. Pode acontecer, desde logo devido ao nervosismo e ansiedade próprios do momento, mas também devido a disfuncionalidade do pénis, pelo facto de o prepúcio (a pele que cobre a glande) estar preso. É frequente em rapazes que não foram circuncidados.
Tal como as mulheres, os homens não são todos iguais e a primeira vez depende do contexto socio-cultural, dos valores familiares, religiosos, individuais. E na realidade o modelo masculino começou a interiorizar algumas características femininas, valorizando cada vez mais no acto sexual os aspectos afectivos.

A pouco e pouco isso vai acontecendo, embora seja difícil, para os próprios homens, romper com os padrões que fazem com que a competição seja o cimento que alicerça a identidade masculina. Na sexualidade também.
Ser homem pode ser difícil, na medida em que masculinidade e sexualidade têm muito a ver uma com a outra. Mas ser homem e ter sexo não são a mesma coisa. Há rapazes que escolhem ter sexo com frequência e há outros que preferem, simplesmente, não ter.

(adaptado de
http://saude.sapo.pt/gkD/324847.html)

Ao ler este artigo pensei que poderia ser bom coloca-lo no blog, mas seria melhor receber comentátios de rapazes e raparigas, virgens e sem serem virgens. Gostaria de saber as várias opiniões a este artigo.

A verdade é que penso que hoje em dia, já existem rapazes que vão pensando na primeira vez de forma diferente, preocupando-se se será aquela a pessoa certa e preocupando-se também, com os sentimentos envolvidos naquela relação.
Por mais que digam que não, não acredito que os rapazes não tenham "preocupações ou receios" quando pensam ou estão prestes a inicicar a sua vida sexual. Penso que existe uma certa pressão no sentido em que têm de manter a erecçaão ou não magoar a rapariga.
Acho que às vezes as raparigas não gostam muito da sua primeira relação sexual, no sentido em que, a sociedade mostra à mulher o lado romântico de perder a virgindade, mostra que é sempre bom, que é com o príncipe encantado, que não vai doer, etc. E a verdade é que as coisas não são bem assim e, o nervosismo e outros factores podem levar a que a rapariga não consiga relaxar e, isso pode-lhe causar dor. Também podem haver outros factores que fazem com que a primeira relação sexual não seja assim tão boa.
Penso que quando se está com a pessoa de quem se gosta e se é correspondido, a primeira vez pode não ser nada de especial, no sentido do prazer, mas só o facto de se estar com quem gosta e a troca de carinho pode tornar esse momento especial.
Não sei se é uma opinião de uma pessoa sem experiência, mas é a minha, por isso gostava de receber várias opiniões e de pessoas com várias experiências.

domingo, setembro 10, 2006

Métodos contraceptivos

A pílula é o método contraceptivo mais utilizado e um dos mais eficazes quando utilizado correctamente. Tem a vantagem de regularizar o ciclo e reduzir o fluxo menstrual e diminuir a síndrome pré-menstrual.
O adesivo contraceptivo é aplicado semanalmente durante três semanas em cada mês no braço, costas, abdómen ou nádega, ocorrendo a hemorragia durante a semana de paragem. É mais prático do que a toma diária, mas exige alguma vigilância em termos de adesividade e da substituição semanal.
O implante contraceptivo é colocado no braço sob a pele, pelo médico. Tem a vantagem de não requerer qualquer atenção por parte da utilizadora. O implante pode ser usado em qualquer idade, mas não é do agrado da maior parte das mulheres pelas irregularidades menstruais que provoca.
O preservativo requer alguns cuidados na aplicação e tem a vantagem de não requerer continuidade na utilização e de evitar o contágio de doenças sexualmente transmissíveis. Este é, sem dúvida, o método de eleição para relações ocasionais ou imprevistas, é de fácil aquisição em farmácias, supermercados, não tem contra-indicações e é o único método contraceptivo que protege de doenças como a SIDA.
O dispositivo intra-uterino (DIU) é colocado pelo médico e não requer cuidados nem manuseamento por parte do casal. Tem, ainda, a vantagem de ser eficaz durante vários anos. Este método está mais indicado em mulheres que já tiveram filhos.
O anel vaginal é inserido na vagina onde permanece durante três semanas, sendo que ao ser retirado origina hemorragia de privação. Uma semana depois é necessário colocar outro. É vantajoso por não requerer a toma diária.
Os espermicidas existem sob a forma de gel, espuma ou cone vaginal. Têm uma eficácia reduzida, excepto quando utilizados conjuntamente com o preservativo.
A abstinência periódica requer o estudo do ciclo menstrual e regularidade do mesmo no sentido de determinar o período fértil durante o qual não pode haver relações sexuais. Tem uma baixa eficácia, já que existem muitos factores, quer físicos, quer psíquicos, que podem, mesmo que acidentalmente, provocar alteração do ciclo menstrual.
A laqueação de trompas e a vasectomia são métodos cirúrgicos, dificilmente reversíveis, que consistem na laqueação das trompas, na mulher, ou do canal deferente, no homem, impedindo a progressão do óvulo ou dos espermatozóides, respectivamente.

quinta-feira, setembro 07, 2006

Olá meninas!! A Cientista xegou!!! Estou ao dispor para investigar axuntos do voxo interexe, tt teorico como prático...lolol (o prático eh pexoal, mx poxo dixer k eh investigaçao teorica e n ser...enfim, podem sempre desconfiar!lol) e com uma condiçao... Tnh a minha propria Cobaia...lol! ;)

Um resto de boas férias!**

quarta-feira, setembro 06, 2006

Ejaculação Precoce


"Vai ser bom, não foi?". Esta bem podia ser a questão colocada após uma relação sexual que termina com uma ejaculação precoce do homem e uma mulher insatisfeita. Mas porquê?

Aqui se sintetizam algumas das
causas conhecidas da dificuldade do homem em controlar o seu orgasmo:

- factores orgânicos, como inflamações do pénis, da uretra e da próstata;
- superestimulação;
- insegurança;
- ansiedade quanto ao desempenho sexual;
- inexperiência ou falta de conhecimento das sensações que antecedem o orgasmo;
- reflexo condicionado devido às primeiras experiências sexuais, quando predominava o coito interrompido e a pressa.;

E depois?

A insatisfação é a consequência mais imediata da dificuldade do homem em controlar o orgasmo. A parceira não estava excitada o suficiente para chegar ao prazer máximo e o próprio homem sente a ejaculação como um prazer incompleto e muito breve.
A prazo a insatisfação pode ser acompanhada de uma perda de confiança da mulher em si mesma e na sua capacidade de dar e atingir o prazer. O homem também ele começa a questionar a sua sexualidade, ou melhor, a sua virilidade, o que em último caso pode conduzir à impotência.

O que fazer?

- reduzir a ansiedade;
- melhorar a comunicação entre o casal;
- aumentar a experiência sensorial, recorrendo a fantasias, se necessário;
- usar preservativo, se necessário dois, pois diminui a sensibilidade do pénis;
- aplicar na glande cremes que diminuem a sensibilidade;
- fazer amor em posições menos estimulantes para o homem, de modo a retardar o orgasmo;
- técnica do "pára-arranca", através da qual a relação é interrompida quando a ejaculação está eminente, recomeçando-se pouco depois;
- técnica da compressão, que consiste em apertar ligeiramente o pénis ao nível da glande para impedir a ejaculação. Deve começar por ser utilizada nos preliminares e só depois de ganho algum controlo deve ser aplicada durante a penetração.


(adaptado de
http://saude.sapo.pt/gkD/286518.html)

terça-feira, setembro 05, 2006

Vaginismo


O vaginismo consiste numa reacção involuntária dos músculos vaginais, que dificulta a penetração do pénis para uma relação sexual. Isto é, a mulher tem dores quando existe uma tentativa de penetração, independentemente dela se encontrar ou não suficientemente lubrificada para permitir o coito.

Como explica o Prof. Luís Pereira Leite, da Faculdade de Medicina do Porto e director do Departamento de Ginecologia/Obstetrícia do Hospital de São João, podemos classificar o vaginismo, segundo as suas causas, em primário e secundário. O primeiro é de ordem psicológica e involuntária, o segundo tem causas fisiopatológicas, como infecções ginecológicas, algumas doenças neurológicas, etc..

O vaginismo causado por razões psicológicas é o mais frequente. «No vaginismo primário não há uma causa física objectiva. Provavelmente, o mecanismo pelo qual aparece esse vaginismo será decorrente de causas de ordem psicológica, que estão relacionadas com o passado da mulher, provavelmente com traumas de infância, etc.», explica o ginecologista. Este tipo é o mais difícil de «tratar».

Mas, para Luís Pereira Leite, existem coisas que se podem fazer para evitar o «vaginismo de natureza psicológica», como dar uma informação correcta ao casal acerca da sexualidade e genitalidade de cada um deles. É importante que o homem compreenda a fisiologia da mulher e vice-versa. E é aconselhável que o casal se prepare correctamente para uma relação sexual. É preciso ter consciência de que uma relação sexual deve ser gratificante para cada um deles, o que exige conhecimento mútuo e respeito pelas características individuais.

O homem deve tentar compreender que a mulher tem outro «timming» e que uma primeira fase de estímulo pré-coito é muito importante, a fim de possibilitar uma correcta lubrificação da vagina. O vaginismo não tem só consequências «traumáticas» a nível psicológico como «ansiedade, depressão, mas também repercussões funcionais, designadamente na fertilidade», alerta Luís Pereira Leite.

(adaptado de
http://saude.sapo.pt/gkC/3617.html)

segunda-feira, setembro 04, 2006

Diferentes até no prazer


É isso mesmo: homens e mulheres são diferentes até no orgasmo.
O feminino alimenta-se de contracções pélvicas, entre três a quinze em intervalos de 0,8 segundos, em média.

O masculino termina invariavelmente na ejaculação, após o que o homem entra numa fase de relaxamento, em que é incapaz de retomar a relação. Já a mulher, permanece num estado de excitação elevado.
A mulher, mesmo sem orgasmo, pode ter tido uma relação sexual satisfatória, o mesmo não acontecendo com o homem. A ejaculação é a prova que inviabiliza qualquer fingimento do prazer.


(adaptado de http://saude.sapo.pt/gkBF/275045.html)

domingo, setembro 03, 2006

Inacreditavel =/

Pois é maltinha é a primeira vez que venho aqui escrever ao blog, é com imenso gosto que faço parte deste blog embora ainda não tenha participado na conversa que deu origem ao nome =) *lol* bom o post que vou deixar é qualquer coisa de inesplicavel e mesmo de arrepiar e de perguntar como é que é possivel, isto andou a circular de mail pa mail n sei se já leram mas qualquer das formas quero deixa-lo aqui...


"É inacreditável! tenham cuidado, isto que vos vou contar trata-se de mais do que um mero episódio e é deveras preocupante..." =/

Olá=) gostaria de partilhar convosco alguns episódios que me relataram na primeira pessoa, e que de facto ão impressionantes. Há alguma semanas atrás, numa loja de Chineses, em àgueda, o pai de uma criança deixou a filha´à porta da loja (que de certo a miúda iria comprar qualquer coisa para uso próprio nesse estabelicimento), e aguardou por ela no estacioname dentro do carro, estacionamento esse que era mesmo a porta da loja.. Após bastante tempo de espera, resolveu entrar na loja á procura da sua filha, não a conseguia encontrar lá dentro. Foi então que questionou vários funcionários da loja que afirmavam n a terem visto, teimoude tal forma que a filha entrado pa loja, ao ponto de chamar a policia, os policias entraram e também não deram com a miuda, até que por fim chamaram um reforço de colegas com cães-policia, que atraves do seu faro conseguiram detectar a presensa da jovem numa zona mais retirada da loja, dentro de um alçapão. A jovem já tinha o corpo marcadoperto de alguns orgãos vitaise o destino dela seria: MORTA PARA TRÁFICO DE ÓRGÃOS.
Outro caso identico ocorreu em Aveiro na loja de chineses , no RETAIL PARK. O marido de uma senhora fi~cou a porta da loja a fumar um cigarroenquanto a sua esposa entrou.Quando o marido após alguns minutos de espera entrou a procura da esposa, também já não a viu. Após procurar por ela, esta também já estava amarrada nas traseiras da loja e o destino dela seria provavelmente o mesmo.
Agora se entrarem numa desses filhos da ........., tenham o cuidado de não irem sozinhos, pois facilita-lhes o trabalho, isto não é nenhuma brincadeira.
Agora reflitam comigo: É ESTE O AGRADECIMENTO DOS CHINESES AO ESTADO PORTUGUÊS, por não cobrar impostos durante 5anos para a abertura de lojas?.´
Puta que os pariu, era manda-los tods recambiados pa China. com os melhores comprimentos Carla Nobre... "


Pessoal dá que pensar não dá?? enfim.. =/

sábado, setembro 02, 2006

SIDA

Quando a Joana me pediu para fazer este post, eu pensei "bem, cá vai mais um relatório chato sobre a SIDA e a dizer aquilo que a maioria já sabe...", mas acabei por reconsiderar e optei por me focar numa parte que ela me tinha pedido para referir: as estatísticas.
Pode-se dizer que me fartei de procurar por algo fiável e abrangente, e acabei por encontrar dois relatórios oficiais: um sobre Portugal e outro sobre o mundo inteiro. Pois então cá vão algumas (e neste caso devia ter dito poucas das muitas) estatísticas que encontrei, para fazer pensar um pouco...

Portugal

*Infectados com VIH diagnosticados em Portugal em 2004: 25 968

*Casos de SIDA diagnosticados em Portugal em 2004: 11 755

*Mortes devido a SIDA em 2002 em Portugal: 999 (546 dos quais na faixa etária dos 20 aos 39 anos)

*Algumas razões apontadas pelos adolescentes para não usarem preservativo, por ordem decrescente:
- Diminuição do prazer sexual
- Uso de outro tipo de contraceptivo
- Certeza de que o parceiro é fiel

*De 2004 para 2005 o número de preservativos comprados diminui 2 000 000 de unidades.


(Fonte: “HIV/AIDS Epidemic Status at-a-glance, Portugal, National Report 2005”, Julho 2006)

Para quem quiser consultar o relatório completo,
http://www.aidsportugal.com/recursos/EStatis.pdf

Mundo

*Pessoas a viverem com VIH/SIDA em 2005: 38.6 milhões

*Crianças a viverem com VIH/SIDA em 2005: 2.3 milhões

*Mortes por VIH/SIDA em 2005: 2.8 milhões

*Cerca de 6000 jovens (15 aos 24 anos) são infectados todos os dias.


(Fonte: “UNAIDS/WHO 2006 Report on the global AIDS epidemic”)

Uma vez mais, o relatório complete pode ser encontrado em
http://www.unaids.org/en/HIV_data/2006GlobalReport/default.asp


De qualquer maneira, para quem queira saber mais alguma coisa sobre esta doença e o vírus que a provoca, aqui estão alguns sites com boa informação sobre o assunto:
http://www.avert.org (em inglês)
http://www.aidsportugal.com

Orgasmo Feminino



O quarto gira, o corpo treme, perde-se a noção do tempo e do espaço. Diz-se então que se atingiu o cume de uma relação sexual de qualidade - o orgasmo.
É como perder a cabeça. E até as mulheres mais reservadas a perdem...
De facto, assim é. Nesse momento, o cérebro está mobilizado por inteiro para atingir o prazer, esquecendo todas as suas outras faculdades. É o momento da irracionalidade por excelência, capaz de fazer perder o controlo à mulher mais reservada.
Felizmente, a mulher libertou-se destes fantasmas, que faziam com que esta sentisse vergonha de ter prazer numa relação sexual. Conquistou o direito ao prazer sexual, ao orgasmo!
Mas, afinal, o que é o orgasmo? A nível fisiológico, caracteriza-se por contracções rítmicas e involuntárias, em resposta ao incremento máximo da tensão sexual. Trata-se de uma descarga de toda a energia sexual acumulada.
Na mulher, essas contracções concentram-se no clitóris e na vagina, mas estendem-se a todo o corpo, geralmente sob a forma de tensão muscular, acompanhada de taquicardia, sudação, formigamento e respiração acelerada. Em seguida, acontece um relaxamento associado a alívio e bem-estar.
Esta é a fase mais objectiva do orgasmo, no demais o fenómeno é subjectivo. Não existem duas mulheres absolutamente iguais (nem as gémeas o são) e o orgasmo não é excepção. Observa-se, pois, uma enorme variação na intensidade, na duração e na frequência da experiência orgásmica.
Aliás, a experiência do prazer é tão variada no universo feminino que pode ou não ser acompanhada pelo orgasmo. Ou seja: a mulher pode não experimentar um orgasmo na relação sexual sem que isso corresponda à ausência de sensações de prazer.
Muitos sexólogos resistem, por isso, a definir o que é o orgasmo feminino, por entenderem que é uma experiência muito subjectiva, uma experiência única para cada mulher. No que coincidem é no entendimento de que se trata do ponto máximo de excitação e de bem-estar da mulher consigo própria.

(adaptado de
http://saude.sapo.pt/gkBF/275045.html)

sexta-feira, setembro 01, 2006

Mulheres


Ora aqui vai uma coisita para aligeirar o ambiente que isto já são artigos científicos a mais.. LOL! Com muita pena minha, não é da minha autoria... Recebi num mail aqui há 500 anos atrás, mas achei que até ficava bem aqui no blog do CCR... Pois então cá vai... Meninas, confirmem... Meninos, reconsiderem as vossas opiniões. =P

Nós? Complicadas?

Se nos insinuamos, somos atiradiças;
Se ficamos na nossa, estamos a fazer-nos de difíceis.
Se aceitamos fazer amor no início do relacionamento, somos mulheres fáceis;
Se não queremos ainda, estamos a fazer-nos de difíceis.
Se pomos limitações no namoro, somos autoritárias;
Se concordamos com o que o namorado diz, somos lerdas.
Se lutamos por estudos e profissões, somos ambiciosas;
Se adoramos falar de política e economia, somos feministas;
Se não ligamos a estes assuntos, somos desinformadas.
Se corremos para matar uma barata, não somos femininas;
Se fugimos de uma barata, somos medrosas.
Se aceitamos tudo na cama, somos vulgares;
Se não aceitamos, somos difíceis.
Se adoramos roupas e cosméticos, somos fúteis;
Se não gostamos, somos desleixadas.
Se nos chateamos com alguma atitude dele, somos mimadas;
Se aceitamos tudo o que ele faz, estamos no papo.
Se queremos ter 4 filhos, somos inconsequentes malucas.
Se gostamos de música light, somos umas românticas sem graça.
Se usamos saias curtas, também somos vulgares;
Se usamos roupa composta, somos crentes.
Se estamos brancas, eles dizem para apanharmos um bocadinho de sol;
Se estamos bem bronzeadas, eles olham para a primeira loira que passa, que normalmente é branca.
Se fazemos uma cena de ciúmes, somos neuróticas;
Se não fazemos, não sabemos defender o seu amor.
Se falamos mais alto que eles, somos descontroladas;
Se falamos mais baixo, somos submissas.

E depois vêm dizer que a mulher é que é complicada!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!