quarta-feira, agosto 30, 2006

Swing


As definições de “swing” são diversas. E as razões para o “swing” são ainda maiores. Desde quebrar a monotonia entre o casal, à simples curiosidade, o certo é que nunca se ouviu falar tanto de sexo em grupo como agora.
O “swing” abrange e incorpora todo o tipo de pessoas. Os casais fazem a escolha de outros parceiros pelos seus próprios critérios. Existem, no entanto, características que tornam os casais mais próximos: o mesmo grau de educação, a mesma linguagem corrente, o mesmo ambiente social, a mesma idade.
Os “swingers” encaram o casamento como um partilhar em pleno de uma vida a dois, valorizando a fidelidade mental e não a física. Para quem não está bem familiarizado com o tema, pode dizer-se que é uma “infidelidade consentida”. Para os “swingers, o casal é desprovido de preconceitos em relação à sexualidade. Para eles não existem tabus, e como tal, dão vida às fantasias com outros casais, aceitando que o seu parceiro tenha relações sexuais com outras pessoas. Contudo, dizem, o envolvimento entre “swingers” é puramente carnal, nunca sentimental. Como um dos principais objectivos dos “swingers” é estabelecer relações de convívio com outros casais, que permitem enriquecer a vida conjugal, os mesmos não encaram a prática como algo de depravado ou libertino.
A maioria dos clubes de “swing” (locais destinados à prática, com acesso restrito apenas a casais) é dividida em dois espaços: uma discoteca com música de diversos tipos (gravada ou ao vivo); e um “espaço íntimo”, acessível por uma porta discreta.
O conceito evolui a cada segundo, em que a imaginação é o limite. Exemplo disso são os diversos tipos de atitude e terminologias que podemos encontrar. Entre as preferências sexuais dos elementos envolvidos, podem existir vários tipos de comportamento, supondo que a base são sempre dois casais.

(adaptado da revista “Saúde e Bem-Estar” nº 148)