quinta-feira, agosto 31, 2006

TPM ?!


Noutros tempos, acreditava-se que a tensão pré-mestrual (TPM) ou síndroma pré-mestrual era algo que apenas "passava pela cabeça" das mulheres. Hoje sabe-se que esses sintomas são reais e não imaginários. De facto, calcula-se que 30 a 40 por cento das mulheres apresentam sintomas suficientemente graves para perturbar as suas actividades quotidianas.

Ninguém sabe ao certo o que provoca o síndroma pré-mestrual. Alguns especialistas acreditam tratar-se de alterações químicas no cérebro. As hormonas também podem ter o seu papel.

Síntomas psíquicos:

- depressão
- tensão
- variações de humor
- irritabilidade ou ira
- dificuldade de concentração
- sensação de ser incompreendida
- sensação de descontrolo
- agressividade
- alterações de humor
- nervosismo

Sintomas físicos:
- aumento de peso
- retenção de fluídos
- inchaços
- flacidez dos seis
- dores articulares e musculares
- náuseas
- vómitos
- dores de cabeça
- tensão mamária
- problemas de pele

(Adaptado)

O sindroma pré-mestrual afecta muitas mulheres, que o diga eu e aqueles que convivem comigo nesses dias "díficeis". A verdade é que fico impossível de aturar, o que é muito complicado para quem tem de conviver comigo...

Para uma mulher que conheça bem o seu corpo, por poucos que sejam os sintomas físicos, ela com o tempo começa a conhecê-los e a lidar com eles. O problema são mesmo os psíquicos, porque mesmo que às vezes tentemos evitá-los ou controlá-los é muito complicado.

Para evitar que o dia se torne ainda mais desagradável e para que não haja discussões, acho que é importante o apoio, a compreensão e sobretudo a paciência daqueles que convivem com uma mulher que esteja a sofrer de sindrome pré-mestrual (apesar de às vezes ser muito, muito, muito complicado).

quarta-feira, agosto 30, 2006

Anorexia Sexual



Há indivíduos, maioritariamente mulheres, que renegam o desejo, são bonitas, gastam quantias imensas para terem uma aparência perfeita, são sexy, mas refugiam-se no trabalho, estão obcecadas pela carreira e... têm medo do prazer.
Essas são as mulheres que sofrem de uma nova patologia: a anorexia sexual.
Querem ser desejadas, esforçam-se para ser belas, mas não conseguem usufruir do seu corpo, ficando apavoradas só de pensar na possibilidade de alguém lhes tocar num fio de cabelo. Evitam compromissos demasiado emotivos, seduzem com alguma arte, mas iludindo sempre o sexo oposto.

«Considerando o sexo uma dimensão importante da vida das pessoas, é evidente que comportamentos que se pautem pela inibição dessa faceta tornam as pessoas tendencialmente insatisfeitas, incompletas, o que poderá gerar outro tipo de distúrbios.
As primeiras experiências sexuais são determinantes para a relação que a pessoa tem com o sexo, não esquecendo que, nestas questões, cada um tem as suas próprias características», analisa o médico psiquiatra.

A pessoa que sofre desta doença nega as suas necessidades e não admite impulsos.
De facto, não existe grande diferença entre reprimir a vontade de comer e suprimir a necessidade de ter um envolvimento sexual com alguém. O processo psicológico é semelhante.

(adaptado de http://saude.sapo.pt/gkBF/417418.html)

Eles também são virgens

Pois é: os homens também são virgens. E também se resguardam, esperando o momento ideal, “aquela” pessoa, contrariando as pressões de uma sociedade que ainda trata homens e mulheres de forma diferente, quando se trata de virgindade...Toda a gente conhece pelo menos uma história de adolescentes que se iniciam nas lides da sexualidade procurando a “ajuda” de uma profissional, uma mulher mais velha, mais experiente, que os vai “libertar” do rótulo de “virgens”.

Tudo isto porque, tradicionalmente, a sociedade exige aos homens – ou melhor, aos rapazes – que deixem de ser virgens. E quanto mais depressa possível, sob pena de serem olhados de lado e, quem sabe, apelidados de homossexuais.

Sobre as mulheres, a pressão é outra, de sentido exactamente oposto: virgem até ao fim, isto é, até ao casamento, é o que delas se espera. Se acontecer de outra forma, sujeitam-se a considerações menos polidas, que põem em causa a sua integridade moral.

Tradicionalmente, às mulheres cobra-se a experiência sexual, a mesma experiência que se exige aos homens. E isto porque desde sempre a construção da identidade masculina esteve associada à virilidade, à potência, à competição.

Que é socialmente reprovado ser-se homem e virgem explica-se facilmente com o facto de poucos rapazes terem coragem de comentar com os amigos que ainda não tiveram o seu primeiro contacto sexual.Um rapaz virgem não diz abertamente aos amigos que o é, por recear ser humilhado ou mesmo excluído pelo grupo. O mais certo é que mintam, vangloriando-se de uma vivência que ainda desconhecem, de tal modo a virgindade é sinónimo de insucesso ou falta de atributos.
(adaptado de www.anf.pt)
Hoje em dia já é menos usual uma descriminação tão acentuada. Ela existe ainda, mas em alguns casos já não se cobram estas ideias de modo tão acentuado. Já é, de certo modo, aceitável que uma rapariga não vá virgem para o casamento (aliás, já é bastante raro, embora agora existam movimentos e grupos que decidiram reinstaurar a ideia de "virgens até ao casamento"... para ambos os sexos) e que um rapaz espere até encontrar a "rapariga certa". Continua, contudo, a haver uma certa tendência para pensar que o rapaz que tem muitas raparigas é "garanhão" e a rapariga que tem muitos namorados é fácil...

Swing


As definições de “swing” são diversas. E as razões para o “swing” são ainda maiores. Desde quebrar a monotonia entre o casal, à simples curiosidade, o certo é que nunca se ouviu falar tanto de sexo em grupo como agora.
O “swing” abrange e incorpora todo o tipo de pessoas. Os casais fazem a escolha de outros parceiros pelos seus próprios critérios. Existem, no entanto, características que tornam os casais mais próximos: o mesmo grau de educação, a mesma linguagem corrente, o mesmo ambiente social, a mesma idade.
Os “swingers” encaram o casamento como um partilhar em pleno de uma vida a dois, valorizando a fidelidade mental e não a física. Para quem não está bem familiarizado com o tema, pode dizer-se que é uma “infidelidade consentida”. Para os “swingers, o casal é desprovido de preconceitos em relação à sexualidade. Para eles não existem tabus, e como tal, dão vida às fantasias com outros casais, aceitando que o seu parceiro tenha relações sexuais com outras pessoas. Contudo, dizem, o envolvimento entre “swingers” é puramente carnal, nunca sentimental. Como um dos principais objectivos dos “swingers” é estabelecer relações de convívio com outros casais, que permitem enriquecer a vida conjugal, os mesmos não encaram a prática como algo de depravado ou libertino.
A maioria dos clubes de “swing” (locais destinados à prática, com acesso restrito apenas a casais) é dividida em dois espaços: uma discoteca com música de diversos tipos (gravada ou ao vivo); e um “espaço íntimo”, acessível por uma porta discreta.
O conceito evolui a cada segundo, em que a imaginação é o limite. Exemplo disso são os diversos tipos de atitude e terminologias que podemos encontrar. Entre as preferências sexuais dos elementos envolvidos, podem existir vários tipos de comportamento, supondo que a base são sempre dois casais.

(adaptado da revista “Saúde e Bem-Estar” nº 148)

A secretária já chegou!!

Oláá!!
Bem, como secretária aqui do sítio estou a planear intervir muitas vezes aqui no blog. A minha especialidade é mesmo os artigos científicos que descubro em cascos de rolha, mas que são bastante úteis.
Assim como a Joana, espero poder contar com muitas participações vossas neste blog. Lá por sermos nós a escrever os posts, vocês também têm o vosso lugar, e este blog não faria sentido sem toda a gente participar!
No caso de quererem mandar coisas maiores e que achem que merecem lugar de destaque no blog, mandem para o meu mail, que eu publico com o vosso nome.
Comentem muito, e participem neste nosso blog!

Bjinhos

terça-feira, agosto 29, 2006

CCR online

Oix

Pois é o nosso CCR modernizou-se e encontra-se online.
Este é um espaço criado para que se possa esclarecer e debater questões relacionadas com a sexualidade (as mentes mais preversas não pensem muito, que este é um espaço decente).
Espero contar com a colaboração das minha colaboradoras, no sentido de exporem assuntos interessantes neste blog.
Espero também contar com a colaboração das pessoas que visitarem este blog, comentem, gozem, digam disparates (nós também os devemos de ir dizer), colaborem com esta ideia.

Beijinhus

Obrigada