terça-feira, outubro 21, 2008

Saudades!

Ola a todos os leitores do blog.
Estou aqui hoje, não para fazer um post ligado aos temas que habitualmente publicavamos aqui no blog, estou aqui sim para dizer que tenho imensas saudades de todas voçês. ( As outras membras do blog claro !!!)
Saudades das brincadeiras parvoiçes que nos faziam rir até doer a barriga, dos tempos em que passavamos as aulas de quimica a implicar com o prof, saudades dos jantares ( até mesmo daqueles q levei banho de sangria )ahahah , saudades da choradeira no jantar de final de ano, saudades das grandes barracadas no aquario, saudades das histórias, dos momentos das cusquiçes, da expontaniedade da Joana, do riso da Madga,a presença, a viola, as musicas e o famoso hi pod da Audrey, das histórias feitas com a Ana das mensagens trocadas das conclusões chegadas... enfim SAUDADES VOSSAS.
Eu sei que o tempo não para e que as nossas vidas mudam , por isso mesmo desejo a todas as maiores felicidades do mundo e que consigam sempre triunfar e que apesar de seguir-mos caminhos diferentes, todas voçês me marcaram muito por serem pessoas tao fantasticas como são.
Acreditem que apesar da distancia eu vou sempre gostar imenso de tds vós:) um grande beijinho para todas :)

quarta-feira, setembro 13, 2006

A primeira relação sexual


Em consequência dessa “estreia” desastrosa, muitos rapazes gostariam de poder voltar atrás e iniciar-se na sexualidade de uma forma menos condicionada.
Gostariam de ser eles a escolher a altura e a pessoa ideal para partilhar esse momento que, afinal, é único, tanto na vida de um rapaz como na de uma rapariga.

Há, de facto, uma altura certa para se ter a primeira relação sexual. Não um momento pré-determinado, mas o momento em que a pessoa se sente preparada, independentemente do sexo.
E esse momento implica a presença da pessoa "certa”, implica que existam laços afectivos entre os dois parceiros, de modo a ser vivido com a naturalidade própria. Implica sobretudo a maturidade de tomar a decisão. E a responsabilidade de saber que essa primeira relação pode ter consequências, quer ao nível de uma gravidez indesejada como de transmissão de doenças.

Para as mulheres, a virgindade é culturalmente associada à integridade do hímen, embora haja casos em que esta membrana não se rompe durante o primeiro acto sexual e haja igualmente casos de mulheres com hímen relaxado ou que já se rompeu devido, por exemplo, a um traumatismo.
Para as mulheres ainda, deixar de ser virgem é sinónimo de dor intensa e de sangramento. Todavia, nem sempre isso acontece. Aliás, quando a relação sexual decorre em condições desejáveis de privacidade e excitação, o relaxamento vaginal faz com que a dor e o sangramento inerentes à ruptura do hímen sejam mínimos ou até inexistentes.

Se “vai doer” é a preocupação dominante quando uma jovem está na iminência de deixar de ser virgem. Já o que preocupa os rapazes é se serão capazes de manter uma erecção.
Isto não significa que para eles a primeira relação sexual seja isenta de dor. Pode acontecer, desde logo devido ao nervosismo e ansiedade próprios do momento, mas também devido a disfuncionalidade do pénis, pelo facto de o prepúcio (a pele que cobre a glande) estar preso. É frequente em rapazes que não foram circuncidados.
Tal como as mulheres, os homens não são todos iguais e a primeira vez depende do contexto socio-cultural, dos valores familiares, religiosos, individuais. E na realidade o modelo masculino começou a interiorizar algumas características femininas, valorizando cada vez mais no acto sexual os aspectos afectivos.

A pouco e pouco isso vai acontecendo, embora seja difícil, para os próprios homens, romper com os padrões que fazem com que a competição seja o cimento que alicerça a identidade masculina. Na sexualidade também.
Ser homem pode ser difícil, na medida em que masculinidade e sexualidade têm muito a ver uma com a outra. Mas ser homem e ter sexo não são a mesma coisa. Há rapazes que escolhem ter sexo com frequência e há outros que preferem, simplesmente, não ter.

(adaptado de
http://saude.sapo.pt/gkD/324847.html)

Ao ler este artigo pensei que poderia ser bom coloca-lo no blog, mas seria melhor receber comentátios de rapazes e raparigas, virgens e sem serem virgens. Gostaria de saber as várias opiniões a este artigo.

A verdade é que penso que hoje em dia, já existem rapazes que vão pensando na primeira vez de forma diferente, preocupando-se se será aquela a pessoa certa e preocupando-se também, com os sentimentos envolvidos naquela relação.
Por mais que digam que não, não acredito que os rapazes não tenham "preocupações ou receios" quando pensam ou estão prestes a inicicar a sua vida sexual. Penso que existe uma certa pressão no sentido em que têm de manter a erecçaão ou não magoar a rapariga.
Acho que às vezes as raparigas não gostam muito da sua primeira relação sexual, no sentido em que, a sociedade mostra à mulher o lado romântico de perder a virgindade, mostra que é sempre bom, que é com o príncipe encantado, que não vai doer, etc. E a verdade é que as coisas não são bem assim e, o nervosismo e outros factores podem levar a que a rapariga não consiga relaxar e, isso pode-lhe causar dor. Também podem haver outros factores que fazem com que a primeira relação sexual não seja assim tão boa.
Penso que quando se está com a pessoa de quem se gosta e se é correspondido, a primeira vez pode não ser nada de especial, no sentido do prazer, mas só o facto de se estar com quem gosta e a troca de carinho pode tornar esse momento especial.
Não sei se é uma opinião de uma pessoa sem experiência, mas é a minha, por isso gostava de receber várias opiniões e de pessoas com várias experiências.

domingo, setembro 10, 2006

Métodos contraceptivos

A pílula é o método contraceptivo mais utilizado e um dos mais eficazes quando utilizado correctamente. Tem a vantagem de regularizar o ciclo e reduzir o fluxo menstrual e diminuir a síndrome pré-menstrual.
O adesivo contraceptivo é aplicado semanalmente durante três semanas em cada mês no braço, costas, abdómen ou nádega, ocorrendo a hemorragia durante a semana de paragem. É mais prático do que a toma diária, mas exige alguma vigilância em termos de adesividade e da substituição semanal.
O implante contraceptivo é colocado no braço sob a pele, pelo médico. Tem a vantagem de não requerer qualquer atenção por parte da utilizadora. O implante pode ser usado em qualquer idade, mas não é do agrado da maior parte das mulheres pelas irregularidades menstruais que provoca.
O preservativo requer alguns cuidados na aplicação e tem a vantagem de não requerer continuidade na utilização e de evitar o contágio de doenças sexualmente transmissíveis. Este é, sem dúvida, o método de eleição para relações ocasionais ou imprevistas, é de fácil aquisição em farmácias, supermercados, não tem contra-indicações e é o único método contraceptivo que protege de doenças como a SIDA.
O dispositivo intra-uterino (DIU) é colocado pelo médico e não requer cuidados nem manuseamento por parte do casal. Tem, ainda, a vantagem de ser eficaz durante vários anos. Este método está mais indicado em mulheres que já tiveram filhos.
O anel vaginal é inserido na vagina onde permanece durante três semanas, sendo que ao ser retirado origina hemorragia de privação. Uma semana depois é necessário colocar outro. É vantajoso por não requerer a toma diária.
Os espermicidas existem sob a forma de gel, espuma ou cone vaginal. Têm uma eficácia reduzida, excepto quando utilizados conjuntamente com o preservativo.
A abstinência periódica requer o estudo do ciclo menstrual e regularidade do mesmo no sentido de determinar o período fértil durante o qual não pode haver relações sexuais. Tem uma baixa eficácia, já que existem muitos factores, quer físicos, quer psíquicos, que podem, mesmo que acidentalmente, provocar alteração do ciclo menstrual.
A laqueação de trompas e a vasectomia são métodos cirúrgicos, dificilmente reversíveis, que consistem na laqueação das trompas, na mulher, ou do canal deferente, no homem, impedindo a progressão do óvulo ou dos espermatozóides, respectivamente.

quinta-feira, setembro 07, 2006

Olá meninas!! A Cientista xegou!!! Estou ao dispor para investigar axuntos do voxo interexe, tt teorico como prático...lolol (o prático eh pexoal, mx poxo dixer k eh investigaçao teorica e n ser...enfim, podem sempre desconfiar!lol) e com uma condiçao... Tnh a minha propria Cobaia...lol! ;)

Um resto de boas férias!**

quarta-feira, setembro 06, 2006

Ejaculação Precoce


"Vai ser bom, não foi?". Esta bem podia ser a questão colocada após uma relação sexual que termina com uma ejaculação precoce do homem e uma mulher insatisfeita. Mas porquê?

Aqui se sintetizam algumas das
causas conhecidas da dificuldade do homem em controlar o seu orgasmo:

- factores orgânicos, como inflamações do pénis, da uretra e da próstata;
- superestimulação;
- insegurança;
- ansiedade quanto ao desempenho sexual;
- inexperiência ou falta de conhecimento das sensações que antecedem o orgasmo;
- reflexo condicionado devido às primeiras experiências sexuais, quando predominava o coito interrompido e a pressa.;

E depois?

A insatisfação é a consequência mais imediata da dificuldade do homem em controlar o orgasmo. A parceira não estava excitada o suficiente para chegar ao prazer máximo e o próprio homem sente a ejaculação como um prazer incompleto e muito breve.
A prazo a insatisfação pode ser acompanhada de uma perda de confiança da mulher em si mesma e na sua capacidade de dar e atingir o prazer. O homem também ele começa a questionar a sua sexualidade, ou melhor, a sua virilidade, o que em último caso pode conduzir à impotência.

O que fazer?

- reduzir a ansiedade;
- melhorar a comunicação entre o casal;
- aumentar a experiência sensorial, recorrendo a fantasias, se necessário;
- usar preservativo, se necessário dois, pois diminui a sensibilidade do pénis;
- aplicar na glande cremes que diminuem a sensibilidade;
- fazer amor em posições menos estimulantes para o homem, de modo a retardar o orgasmo;
- técnica do "pára-arranca", através da qual a relação é interrompida quando a ejaculação está eminente, recomeçando-se pouco depois;
- técnica da compressão, que consiste em apertar ligeiramente o pénis ao nível da glande para impedir a ejaculação. Deve começar por ser utilizada nos preliminares e só depois de ganho algum controlo deve ser aplicada durante a penetração.


(adaptado de
http://saude.sapo.pt/gkD/286518.html)

terça-feira, setembro 05, 2006

Vaginismo


O vaginismo consiste numa reacção involuntária dos músculos vaginais, que dificulta a penetração do pénis para uma relação sexual. Isto é, a mulher tem dores quando existe uma tentativa de penetração, independentemente dela se encontrar ou não suficientemente lubrificada para permitir o coito.

Como explica o Prof. Luís Pereira Leite, da Faculdade de Medicina do Porto e director do Departamento de Ginecologia/Obstetrícia do Hospital de São João, podemos classificar o vaginismo, segundo as suas causas, em primário e secundário. O primeiro é de ordem psicológica e involuntária, o segundo tem causas fisiopatológicas, como infecções ginecológicas, algumas doenças neurológicas, etc..

O vaginismo causado por razões psicológicas é o mais frequente. «No vaginismo primário não há uma causa física objectiva. Provavelmente, o mecanismo pelo qual aparece esse vaginismo será decorrente de causas de ordem psicológica, que estão relacionadas com o passado da mulher, provavelmente com traumas de infância, etc.», explica o ginecologista. Este tipo é o mais difícil de «tratar».

Mas, para Luís Pereira Leite, existem coisas que se podem fazer para evitar o «vaginismo de natureza psicológica», como dar uma informação correcta ao casal acerca da sexualidade e genitalidade de cada um deles. É importante que o homem compreenda a fisiologia da mulher e vice-versa. E é aconselhável que o casal se prepare correctamente para uma relação sexual. É preciso ter consciência de que uma relação sexual deve ser gratificante para cada um deles, o que exige conhecimento mútuo e respeito pelas características individuais.

O homem deve tentar compreender que a mulher tem outro «timming» e que uma primeira fase de estímulo pré-coito é muito importante, a fim de possibilitar uma correcta lubrificação da vagina. O vaginismo não tem só consequências «traumáticas» a nível psicológico como «ansiedade, depressão, mas também repercussões funcionais, designadamente na fertilidade», alerta Luís Pereira Leite.

(adaptado de
http://saude.sapo.pt/gkC/3617.html)

segunda-feira, setembro 04, 2006

Diferentes até no prazer


É isso mesmo: homens e mulheres são diferentes até no orgasmo.
O feminino alimenta-se de contracções pélvicas, entre três a quinze em intervalos de 0,8 segundos, em média.

O masculino termina invariavelmente na ejaculação, após o que o homem entra numa fase de relaxamento, em que é incapaz de retomar a relação. Já a mulher, permanece num estado de excitação elevado.
A mulher, mesmo sem orgasmo, pode ter tido uma relação sexual satisfatória, o mesmo não acontecendo com o homem. A ejaculação é a prova que inviabiliza qualquer fingimento do prazer.


(adaptado de http://saude.sapo.pt/gkBF/275045.html)